.:* BLOG DO RAFA*:.

Quase chegando a perfeição. Claro. Sem saber o caminho, mas vamos tentando, porque como já dizia o velho mudo : abre aspas "..." fecha aspas !!!

quarta-feira, agosto 30, 2006

Joseph Climber

Olhem algo que merece um destaque e que serve de exemplo para todos nós, quando nos sentimos sozinhos, fracos e sem esperança. Olhem o exemplo de superação...Joseph Climber!!!

sábado, agosto 26, 2006

Manejos Sensuais



Não titubeou. Sabia que era sua chance e tinha que ser agora. Habilidoso sabia usar seus dedos deforma ágil e precisa. Suas mãos suavam. A cada movimente ele penetrava ainda mais nela, estava em suas mãos. Ela por sua vez correspondia de forma sedutora com palavras sensuais e expressões libidinosas. Sabia o que queria. Aquele ambiente lembrava suas aventuras que traziam recordações prazeirosas. Aquela luz, aquela cama, tudo tinha um sentido, uma razão. Ela gostava muito. Passaria o tempo que fosse com ele. Ele também não vacilava, não deixava-a respirar com suas técnicas levando-a nas nuvens. Estavam excitados. Ele, Ela num só pensamento, num só transe. Estavam quase lá.
Só não contavam com a queda de luz na rua dele por causa de um caminhão de lixo, que o desconectou do Msn ficando horas sem entrar na Internet.

domingo, agosto 20, 2006



E jorrava água com violência. Mariovaldo esquecera de terminar um pequeno detalhe naquela antiga obra concluida. A descarga. Havia se mudado tinha 2 anos. A casa era antiga e velha e foi totalmente reformada com telhados em forma de V, janelas grandes e espaçosas, portas de ferro e com grades( a paz não reinava mais nesse bairro) e um jardim grande e verde, mas meio amarelado devido ao verão. Vendo tamanho caos em seu banheiro ele se perguntava com pesar. - Como foi possível?. Agora era tarde. Tudo estava sendo tomado de forma agressiva. Seus pés molharam.

Mariovaldo correu para buscar uma chave, uma bucha, um parafuso, um durex. Não sabia o que fazer. Esquecera justamente que não era bombeiro, mas o pânico e o medo não deixavam ele pensar. Agora a água já se espalhava pela casa tomando os cômodos, um por um. Molhou a cozinha.

O pior era inevitável. Não se conformava em ver aquela água fétida e suja molharem seu carpete vindo da Alemanha, com escribas árabes e de cores indianas. Pensou. E de repente como num estalo,Mariovaldo, lembrou-se de algo que salvaria seu dia, ou não. Enquanto arrumava suas idéias, via com pesar cadeiras antigas , aquela mesa que ganhara no casamento, o sofá de grande valor simbólico, tudo sendo destruído por ele mesmo, literalmente, pois estava sozinho em casa. Escorregou no quartinho de empregada.

Ele agora se encontrava num dilema. Havia pisado na sua própria merda, e caíra batendo de forma estranha no chão. Estava paralisado. O quarto de empregada tinha uma pequena depressão criado para acumular objetos e coisas sem valores. Uma piscina estava sendo formada. Mariovaldo sem poder se mecher e vendo o nível da água subir impiedosamente entrava em desespero. Tenvada se chacoalhar de uma lado para o outro buscando movimento, mas a água dificultava fazendo com que não saísse do lugar .

Infelizmente não tirou forças suficientes para vencer aquela água suja. Tentou e tentou. Porém foi vencido por um rabo de macaco(termo utilizado pelos pequenos pedaços defecados) que foi inalado por Mariovaldo. Foi encontrado 5 dias depois por sua esposa que chegara de viagem.

quarta-feira, agosto 16, 2006

Mr. Bean The Curse Of Mr. Bean

Aí galera esse é um dos meu vídeos favoritos!!! Esse cara é meu herói!!! Quem eh ele??? Mr Bean!!!
Que figuraça!!! ele soh perde para Charles Chaplin...abraços

terça-feira, agosto 15, 2006


Hoje presenciei um fato que chamou a atenção e curisidade do público alheio. Estava indo comer um joelho no boteco da Ming Lee, quando que inesperadamente presenciei um ato de violência provocado por um namorado ciumento. Esse ser que possui um amor platônico(ou não) e já sendo colocado para escanteio, repentinamente sem motivos concretos utilizou a violência como uma saída pertinaz. O soco foi dado sem chance de reação no namorado da meliante. Após tal cena eu ri, dando três dentadas na minha coxinha. Encontrei uma cebola.

O mais engraçado após ter visto o episódio foi presenciar a declaração de amor que foi dita pelo elemento( ex-marido) : - Mas Amor, eu te amo demais!!!. Foi o fim. Claro da minha coxinha, porém é difícil de acreditar que ainda hoje possamos estar sujeitos a atos como esses. Cadê o amor ao próximo? Ser corno é uma dádiva? Cadê o companherismo a um Ricardão com fome na hora do almoço querendo almoçar a 3?(ao modo de ver do ex): Ele agiu certo ou não? Infelizmente são perguntas que ficam sem resposta porque não sabemos o verdadeiro motivo do soco.

Acontece que em eventos como esses tem sempre que uma mulher estar envolvida no meio. Será que somos capazes de nos tornarmos seres irracionais e compulsivos por causa de nossas mulheres sempre que houver uma situação de risco ao nosso orgulho e dignidade??(dignidade do ex) Acho que sim. O homem tem disso, de querer mostrar a verdadeira virilidade de seus descendentes que não brincavam em serviço. Digo por mim. Acusado de 4 crimes sem provas...

domingo, agosto 13, 2006

Quando veio ao mundo, Jorge, foi abençoado com o mel dos grandes pecadores. Vivia em um castelo, e tinha tudo do bom e melhor. Como tradição ele herdaria o trono, e foi treinado para isso. Um pouco diferente dos grande princípes, que gostavam de uma lança, Jorge tinha habilidades desiguais o que destava-o nas rodinhas nas pequenas aldeias. Com 14 anos já era o capitão de sua tropa o que deixava-o com grande fama. Jorge era conhecido por todas as aldeias , e já tinha pegado quase todas as camponesas. Se encantou por Gumercinda. Se casaram e tiveram quatro filhos.

Os anos se passaram, e Jorge foi mudando tornando-se um homem fraco, sem opniões, e Gumercinda agora tinha todo o poder do reinado. Ele sem saída tinha que se conformar em fazer baldiações nas choupanas de seu feudo, sendo motivo de gargalhadas e chacotas dos seres que se encontravam nesses ambientes. E foi justamente num desses botecos da época que ele elaborou seu plano. Ele tinha que matá-la, e não poderia falhar, nem deixar marcas que o encriminassem.

A noite se tornou dia, e Jorge estava em punho de seu cavalo, Melequias. Branco e forte, Melequias era quase invencível. Gumercinda naquele dia tinha saído para dar uma volta fora do castelo, alegando a Jorge que iria colher flores, pois era primavera. Jorge tinha seu plano em mente, mas não sabia o que estava por vir. Acompanhando de longe Gumercinda, ele viu algo que o deixou furioso. Gumercinda tinha em suas mãos outra lança, e não era dele muito menos de seu arsenal maquiavélico. Gumercinda estava o traindo. Com tamanho ódio, Jorge saiu em disparada gritando coisas sem sentido, era a dor da traição, porém agora ele apontava sua lança afiada que trazia consigo o gosto da morte em sua ponta. Gumercinda ao ver seu herói tornar-se vilão, tentou correr, mas o peso do casamento tinha tirado toda a beleza que Gumercinda uma vez cultivara. Gumercinda não era mais bela, e sim gorda. Tentou correr, mas seus tornozelos doeram. Tentou gritar e não encontrou vozes. Se conformou com o pesar do destino. Sentiu a lança de Jorge penentrar em seu corpo, e ver-se jogada naquele lindo gramado que um dia fora fruto de suas travessuras.

Jorge agora tinha tirado um enorme peso de suas costas, já não teria que dividir mais o cobertor ou brigar por coxinhas na hora do almoço. Ele estava livre, e a alegria voltou a reinar em seu castelo. Agora ele tentaria ser aquele de antigamente destemido e desejado pelas mulheres. Porém havia esquecido de uma coisa, o tempo. Sua lança já não servia mais.

sexta-feira, agosto 11, 2006


E era como se fosse dia. O Sol, onipresente iluminava e fazia sombra em tudo que estava aos seus olhos. O suor pingava. Os olhos centrados no fim, mal podiam ver as dificuldades que estariam por vir. A largada foi queimada, e era possível ver o nervoso em seus olhos. Suas pernas tremiam. Era a primeira vez que disputava algo tão importante, e estava em jogo muito mais que sua dignidade, os seus sonhos.

Como uma bala desesperada ele saiu. Correndo bravamente sem olhar para os lados ele acreditava que era possível, e só ele poderia fazê-lo. E tentou. A cada metro percorrido uma felicidade, e um sorriso sádico começava a esmaecer em sua boca. Pobre mortal. Sua arrogância ia muito além de sua capacidade, e como um jogo do destino as coisas mudaram.

Já não tinha o mesmo potêncial que na largada, suas pernas estavam cansadas e ele mal podia acreditar no que estava vendo. Seus adversários o passarem. Aquele sorriso que antes antecipava a vitória avassaladora, agora mostrava o desgosto de um derrotado. E ele chorou. Chorou sua destruição, e muito mais por ter ralado o joelho após ter pisado em seu cadaço!!!